# SeConectai Vendas — Controle de Progresso Este arquivo é o **estado oficial do projeto**. Ele deve ser mantido atualizado pela IA que está construindo o sistema e consultado antes de qualquer nova etapa começar. ## Instruções obrigatórias para a IA 1. **Antes de iniciar qualquer etapa**, peça este arquivo ao usuário (se ele não for fornecido junto com o prompt da etapa) e leia a seção "Status Geral" para confirmar que a etapa anterior está 100% concluída. 2. **Não inicie uma etapa** se a etapa anterior tiver qualquer item de critério de aceite sem marcar. Se estiver incompleta, avise o usuário e pergunte se deve terminar a etapa pendente antes de avançar. 3. **Ao concluir uma etapa**, marque com `[x]` cada item da checklist correspondente (só marque o que foi de fato implementado e testado — não marque por otimismo) e atualize: - A seção "Status Geral" (etapa concluída, data) - O campo "Observações" da etapa, se houver algo relevante para as próximas etapas (ex: decisões tomadas, desvios do prompt original, pendências técnicas deixadas para depois) 4. **Devolva este arquivo atualizado** ao usuário ao final de cada etapa, junto com o restante da entrega, para que ele possa repassar na próxima sessão/etapa. 5. Se o usuário pedir para pular uma etapa ou mudar a ordem, isso deve ficar explicitamente registrado na seção "Observações" da etapa afetada, com o motivo. ## Status Geral | # | Etapa | Status | Concluída em | |---|-------|--------|---------------| | 1 | Setup do Projeto | Concluída | 2026-08-12 | | 2 | Autenticação e RLS | Concluída | 2026-08-13 | | 3 | Painel Master (tenants/planos/faturas) | Concluída | 2026-08-13 | | 4 | Integrações Evolution API + E-mail | Concluída | 2026-08-14 | | 5 | Painel Tenant (clientes/produtos) | [ ] Não iniciada | | | 6 | Vendas, Parcelas e Dashboards | [ ] Não iniciada | | | 7 | Motor de Alertas (BullMQ) | [ ] Não iniciada | | | 8 | Personalização Whitelabel e Ajustes Finais | [ ] Não iniciada | | Valores possíveis para "Status": `Não iniciada`, `Em andamento`, `Concluída`, `Concluída com pendências` (usar este último se algo ficou propositalmente para depois — detalhar em Observações). --- ## Etapa 1 — Setup do Projeto - [x] `docker compose up` sobe `app`, `postgres` e `redis` sem erro - [x] `GET /health` retorna 200 com status da API e status da conexão com o banco - [x] Todas as tabelas, enums, views e índices do schema fornecido existem no banco após a migration - [x] As policies de RLS estão criadas - [x] `.env.example` documenta todas as variáveis necessárias - [x] `npm run lint` e `npm run test` rodam sem erro - [x] README explica como subir o ambiente do zero **Observações:** - Estrutura NestJS, `ConfigModule`/validação de env, `PrismaService`/`PrismaModule` e o módulo `health` (controller + service + spec) já existiam de uma sessão anterior; esta sessão completou o restante da etapa: `Dockerfile` multi-stage (stages `deps`, `dev`, `build`, `prod-deps`, `production`), `docker-compose.yml`, `docker-compose.override.yml` (hot-reload dev), `.env.example`, `README.md` e as migrations do Prisma. - `prisma/schema.prisma` já era a tradução 1:1 do schema SQL fornecido. Construtos que o Prisma DSL não expressa nativamente (views de dashboard, `CHECK` constraint de `dia_vencimento_mensalidade`, índices parciais e as `CREATE POLICY` de RLS) foram implementados em uma migration manual separada (`prisma/migrations/20260812161100_rls_views_constraints/`), aplicada com `prisma migrate deploy` logo após a migration inicial gerada automaticamente (`prisma migrate dev --name init`). Confirmado via `\dt`, `\dv`, `\d+ tenants` e `\d+ customers` no psql: 22 tabelas, 6 enums, 3 views, o `CHECK` e as 9 policies de isolamento por tenant. - As imagens Alpine (`node:20-alpine`) precisaram de `apk add openssl` em todos os estágios que rodam `prisma generate`/`node`, pois o Prisma não detecta libssl/openssl no Alpine puro e cai num engine binário incompatível (aviso "Prisma failed to detect the libssl/openssl version"). - `@types/supertest` estava fixado em `^6.0.2` no `package.json`, mas o `npm install` resolveu `supertest@7.2.2` (com `superagent@10.x` como dependência) — uma combinação incompatível com os tipos da v6, quebrando `npm run lint` com erros de "Unsafe call"/"not callable" em `test/health.e2e-spec.ts`. Corrigido atualizando para `@types/supertest@^7.0.3` e trocando `import * as request from 'supertest'` por `import request, { Response } from 'supertest'` (a v7 dos tipos exige import default por causa da interop com `esModuleInterop`). - `package-lock.json` foi gerado nesta sessão (não existia antes); `npm ci` no Dockerfile depende dele. - Ambiente de execução não tinha Node/npm no host, e os containers Docker deste sandbox não têm acesso de rede via bridge padrão (bloqueado no nível do host) — só o modo `--network host` alcança a internet. Isso só afetou os comandos usados para *verificar* a etapa nesta sessão (`docker build --network host`, `docker run --network host ... npm install`); `Dockerfile`/`docker-compose.yml` entregues não dependem disso e devem funcionar normalmente em qualquer ambiente Docker com rede padrão. --- ## Etapa 2 — Autenticação, Autorização e Row Level Security - [x] Login master e login tenant funcionam e retornam access+refresh token válidos - [x] Refresh token rotaciona corretamente; token antigo rejeitado após rotação - [x] Logout revoga o refresh token - [x] Fluxo de esqueci minha senha gera token, valida expiração/uso único - [x] `MasterGuard` e `TenantGuard` bloqueiam corretamente rotas erradas - [x] `RolesGuard` bloqueia usuário sem permissão de papel - [x] Teste de integração prova isolamento entre tenants via RLS - [x] Bloqueio temporário após tentativas de login falhas - [x] Todas as senhas no banco estão como hash argon2id **Observações:** - Módulo `src/modules/auth/` completo: `AuthController`/`AuthService` (`master/login`, `tenant/login`, `refresh`, `logout`, `password/forgot`, `password/reset`), `JwtStrategy` (passport-jwt), guards (`JwtAuthGuard`, `MasterGuard`, `TenantGuard`, `RolesGuard`), decorators (`@CurrentUser()`, `@Roles(...)`), `password.util.ts` (argon2id, parâmetros OWASP 2024: memoryCost 19456/timeCost 2/parallelism 1, + validação de força mínima) e `token.util.ts` (refresh/reset tokens opacos, guardados só como hash sha256 — nunca em texto puro). - **Desvio do prompt original, registrado em detalhe no histórico abaixo:** o prompt só previa uma segunda connection string (`DATABASE_URL_MASTER`, role `app_master BYPASSRLS`) para o master. Foi necessário criar também uma terceira role/connection string (`app_tenant`/`DATABASE_URL_TENANT`) para que o RLS realmente filtre as queries de `tenant_user` — a role de `DATABASE_URL` (`seconectai`) é a superuser bootstrap do Postgres (criada pelo `POSTGRES_USER` do docker-compose desde a Etapa 1), e superusers sempre ignoram RLS independente das policies existirem. Ambas as roles são criadas na migration manual `prisma/migrations/20260813120000_auth_app_roles/`. - Mecanismo de RLS por request: `TenantRlsInterceptor` (registrado globalmente via `APP_INTERCEPTOR`) detecta requests autenticadas como `tenant_user` e, através de `TenantContextService`, abre uma transação Prisma na conexão `app_tenant` executando `SELECT set_config('app.current_tenant_id', '', true)` (equivalente a `SET LOCAL`, mas parametrizável — evita interpolar string na query). O `tenant_id` usado vem **sempre** do JWT da sessão (`request.user.tenant_id`, populado pelo `JwtStrategy`/`TenantGuard`), nunca de body/query — verificado no teste de isolamento (endpoint `GET /auth/tenant/users` ignora um `?tenant_id=` forçado na query string). - Requests master usam `PrismaMasterService` (conexão `app_master`, bypassa RLS) — não passam pelo `TenantRlsInterceptor`. - Endpoints de demonstração/utilidade adicionados para exercitar os guards e o RLS de ponta a ponta (não fazem parte do prompt original, mas são necessários para provar os critérios de aceite via HTTP real, e ficam como funcionalidade útil para as próximas etapas): `GET /auth/me` (qualquer usuário autenticado), `GET /auth/master/admins` (só master), `GET /auth/tenant/users` (só `tenant_admin`, lista usuários do próprio tenant via RLS). - `email` de `tenant_users` é único só por tenant (`UNIQUE(tenant_id, email)`, não globalmente) — login/forgot-password por e-mail, sem mais contexto, não conseguem resolver com segurança um e-mail que colida entre dois tenants distintos. Decisão: nesse caso (0 ou >1 tenant_user com o e-mail informado), tratar como credencial inválida em vez de arriscar autenticar na conta errada (`AuthService.uniqueTenantUserByEmail`). Fica registrado como limitação conhecida para uma etapa futura resolver (ex: login por subdomínio/slug do tenant). - `POST /auth/password/forgot` sempre responde com a mesma mensagem genérica, exista ou não a conta — prática padrão para não vazar quais e-mails estão cadastrados (não pedido explicitamente no prompt, mas não conflita com nenhum critério de aceite). - Reuso de um refresh token já rotacionado (revogado) é tratado como indício de roubo de token: além de rejeitar a tentativa, revoga toda a família de tokens ativos daquele usuário (defesa em profundidade, além do pedido mínimo do prompt). - `argon2` é um módulo nativo (binding C++) sem prebuild musl/Alpine para esta versão — precisou adicionar `python3 make g++` aos estágios `deps` e `prod-deps` do `Dockerfile` (ausentes na imagem final `production`, só usados para compilar durante o build). - Teste e2e `test/auth.e2e-spec.ts` cobre todos os critérios de aceite contra Postgres real (via `docker compose`): login (master/tenant, sucesso/falha), rotação de refresh token (incluindo o cenário de reuso de token revogado revogando a família toda), logout, forgot/reset (token único-uso, expiração, senha fraca rejeitada), os quatro guards (`JwtAuthGuard`/`MasterGuard`/`TenantGuard`/`RolesGuard`) nos dois sentidos, isolamento por RLS (dois tenants reais, tentativa de forçar `tenant_id` de outro tenant via query string) e bloqueio por força bruta (5 tentativas falhas → 429 mesmo com senha correta na 6ª). Rodado com `docker compose exec app npx prisma migrate deploy` seguido de `npx jest --config ./test/jest-e2e.json` — 21/21 testes passando. `npm run lint`, `tsc --noEmit` e `npm run build` (produção) também passam sem erros; smoke test manual via `curl` contra a imagem `production` real confirmou login + guards funcionando fim a fim. --- ## Etapa 3 — Painel Master: Tenants, Planos e Faturas - [x] CRUD de planos funcional e validado - [x] Criar tenant também cria o primeiro `tenant_admin` funcional - [x] Listagem de tenants com filtro por status e busca funciona - [x] Suspender/cancelar tenant bloqueia login dos usuários dele - [x] Geração de faturas do mês não duplica fatura existente - [x] Marcar fatura como paga reverte tenant `inadimplente` → `ativo` - [x] Marcar fatura como atrasada muda tenant para `inadimplente` - [x] Dashboard master retorna números corretos - [x] Ações relevantes aparecem em `audit_logs` - [x] Endpoints inacessíveis com token de tenant_user **Observações:** - Módulo `src/modules/planos/` (`PlanosController`/`PlanosService`, CRUD completo em `/master/planos`) e módulo `src/modules/tenants/` (`TenantsController`/`TenantsService` em `/master/tenants`, `FaturasController`/`FaturasService` em `/master/faturas`, `DashboardController`/`DashboardService` em `/master/dashboard`, todos agrupados no mesmo `TenantsModule`). Todos os controllers desta etapa usam `@UseGuards(JwtAuthGuard, MasterGuard)` a nível de classe e a conexão `PrismaMasterService` (`app_master`, BYPASSRLS) — `tenants`/`planos`/`tenant_faturas`/`audit_logs` não têm RLS habilitado (só tabelas por-tenant têm), mas a conexão master é usada por consistência arquitetural com a Etapa 2. - Auditoria centralizada em `src/common/audit-log.util.ts` (`writeAuditLog(client, params)`, função simples — não um serviço injetável — para poder receber tanto `PrismaMasterService` quanto o `tx` de uma transação em andamento, seguindo o mesmo padrão de utilitário puro já usado em `auth/password.util.ts`/`token.util.ts`). Toda operação de escrita desta etapa (criar/atualizar plano, excluir/desativar plano, criar tenant, atualizar tenant, mudar status, gerar faturas do mês, marcar fatura paga, atualizar atrasadas) grava a auditoria **dentro da mesma transação** da operação principal, para que auditoria e efeito nunca fiquem dessincronizados. - **Desvio do prompt original:** o prompt lista `status` como um dos campos que o `PUT /master/tenants/:id` atualiza. Implementado com `status` **fora** do `UpdateTenantDto` — toda transição de status passa exclusivamente por `PATCH /master/tenants/:id/status` (`TenantsService.changeStatus`), que é o único caminho que grava a auditoria da mudança (`de`/`para`) e aplica o bloqueio de acesso. Deixar `status` editável também via PUT abriria um caminho para mudar o status sem passar por essa lógica. - **Desvio/extensão do prompt original, relevante para segurança:** o prompt pedia bloquear login após suspender/cancelar um tenant ("checar status do tenant no login e no `TenantGuard`"). Login já checava (Etapa 2); nesta etapa o `TenantGuard` (`auth/guards/tenant.guard.ts`) passou a consultar o status do tenant a cada request (antes só populava `request.tenant_id`, sem checar nada) — um access token emitido antes da suspensão continua criptograficamente válido até expirar (15 min por padrão), então sem essa checagem o usuário suspenso continuaria acessando a API normalmente até o token expirar. Isso adiciona uma consulta a `tenants` por request autenticada como tenant_user (não cacheada por ora — aceitável no volume atual, pode virar ponto de otimização numa etapa futura). Como defesa em profundidade adicional (mesmo espírito da revogação de família de refresh tokens da Etapa 2), `changeStatus` também revoga todos os refresh tokens ativos dos `tenant_users` do tenant ao suspender/cancelar. - `TENANT_BLOCKED_STATUSES` (antes uma constante privada em `auth.service.ts`) foi exportado para ser a única fonte de verdade de quais status bloqueiam acesso, reusada tanto no login (Etapa 2) quanto no `TenantGuard` (Etapa 3) — evita as duas listas divergirem no futuro. - Exclusão de plano (`DELETE /master/planos/:id`): interpretado "em uso por algum tenant ativo" como qualquer tenant com `plano_id` apontando pra ele e `status != 'cancelado'` (não só `status = 'ativo'`) — um tenant `trial`/`inadimplente`/`suspenso` também depende do plano estar íntegro. Nesse caso a exclusão é convertida em desativação (`ativo = false`, plano continua existindo e servindo os tenants já associados) e a resposta indica `{deletado:false, desativado:true}`; sem tenants associados (exceto cancelados), a linha é excluída de fato (`{deletado:true, desativado:false}`). Um plano desativado não pode ser associado a tenants novos (`create`/`update` de tenant checam `plano.ativo`), mas tenants já associados a ele continuam funcionando normalmente (não há "downgrade forçado"). - Senha provisória do primeiro `tenant_admin`: se o payload de `POST /master/tenants` não informar `admin.senha`, uma é gerada (`tenants/provisional-password.util.ts`, `randomBytes(9).toString('base64url')`) e devolvida em texto puro **só na resposta desse request** (nunca fica logada nem persistida em texto puro — só o hash argon2id via `password.util.ts`, igual ao resto do sistema). Envio por e-mail é a Etapa 4 (Integrações), como o prompt já previa. - `POST /master/faturas/gerar-mes` usa `createMany({ skipDuplicates: true })` em vez de checar linha a linha se já existe fatura pro `(tenant_id, referencia)` — o `UNIQUE(tenant_id, referencia)` do schema garante a idempotência a nível de banco; chamar de novo no mesmo mês (ou re-chamar manualmente antes da automação virar cron na Etapa 7) é seguro. - `POST /master/faturas/atualizar-atrasadas` só rebaixa pra `inadimplente` tenants que estejam `ativo` no momento — tenants já `suspenso`/`cancelado` com fatura vencida viram `atrasado` na fatura, mas não voltam a virar `inadimplente` (não faria sentido reativar parcialmente um tenant cancelado só por causa de uma fatura antiga). - Dashboard (`GET /master/dashboard`): `mrr` calculado somando `planos.valor_mensal` dos tenants `ativo` em memória com `Prisma.Decimal` (não dá pra fazer um `groupBy`/`aggregate` do Prisma somando um campo de tabela relacionada em uma única query) — evita o erro de arredondamento de ponto flutuante que uma soma em `number` teria com valores monetários. `total_recebido_mes`/`total_em_aberto` usam `aggregate({_sum})` diretamente. Todos os valores voltam formatados com `.toFixed(2)`. - Variável de ambiente nova: `TENANT_TRIAL_DIAS` (default 14, dias de trial concedidos na criação do tenant), adicionada a `env.validation.ts` e `.env.example`, mesmo padrão das demais variáveis opcionais com default. - `package.json`: `test:e2e` passou a rodar com `--runInBand`. Motivo: a partir desta etapa os testes e2e leem estado **global** do painel master (contagem de tenants por status, MRR, faturas do mês corrente) — com múltiplos arquivos de teste (`auth.e2e-spec.ts` e o novo `master.e2e-spec.ts`) rodando em paralelo (padrão do Jest), um teste que cria um tenant `ativo` num arquivo poderia contaminar uma asserção de contagem global no outro. `--runInBand` roda os arquivos em série, eliminando essa fonte de flakiness — mesmo assim, as asserções mais sensíveis (dashboard) comparam o valor antes/depois da operação testada (delta), em vez do valor absoluto, para não depender de nenhum estado pré-existente no banco. - Teste e2e novo, `test/master.e2e-spec.ts`, cobrindo todos os critérios de aceite: CRUD de planos (validação de `valor_mensal`/limites, exclusão bloqueada por tenant em uso vs. exclusão real quando não usado), criação de tenant com login do `tenant_admin` gerado testado de ponta a ponta, listagem com filtro por `status`/busca, mudança de status bloqueando tanto login novo quanto um token de acesso já emitido (via `TenantGuard`), geração de faturas idempotente, marcar-pago revertendo `inadimplente`→`ativo` (incluindo rejeição 409 ao tentar marcar pago de novo), atualizar-atrasadas propagando pra `tenants.status`, dashboard (com asserções por delta) e bloqueio de todos os grupos de endpoint com token de `tenant_user`. Rodado com `docker compose exec`-equivalente (`docker run` num container a partir da imagem `dev` do `Dockerfile`, ligado à mesma rede do `docker-compose.yml`, já que a imagem `dev` compila os bindings nativos do `argon2` pra musl/Alpine — o host deste ambiente é glibc e não tem acesso de rede pra build de imagem sem `--network host`) — `npx prisma migrate status` confirmou que as migrations da Etapa 1 já cobrem todo o schema desta etapa (`planos`/`tenants`/`tenant_faturas`/`audit_logs` já existiam), então não houve migration nova. `npm run lint`, `npx tsc --noEmit`, `npm run test` (unit) e `npm run build` passam sem erros; `npx jest --config ./test/jest-e2e.json --runInBand` — 43/43 testes passando (os 21 da Etapa 2 + 1 do health + 21 novos desta etapa). Build de produção (`docker build --target production`) também verificado, com smoke test manual via `curl` confirmando `/health` (200) e bloqueio de `/master/planos` sem token (401) contra a imagem `production` real. --- ## Etapa 4 — Integrações: Evolution API e E-mail - [x] Master cadastra config da Evolution API e testa conexão - [x] `api_key`/senha SMTP nunca aparecem em texto puro nas respostas - [x] Tenant cria instância WhatsApp, obtém QR code, conecta - [x] Criar instância além do limite do plano retorna erro claro - [x] Teste de envio de WhatsApp funciona - [x] Tenant configura SMTP próprio ou usa o padrão da plataforma - [x] Teste de envio de e-mail funciona nos dois modos - [x] `EncryptionService` usado de forma consistente para segredos **Observações:** - Módulos novos: `src/modules/evolution/` (`EvolutionController`/`EvolutionService`/`EvolutionApiClient`, CRUD de `evolution_api_config` em `/master/evolution-config` + `testar-conexao`), `src/modules/whatsapp/` (`WhatsappController`/`WhatsappService`, instâncias em `/tenant/whatsapp/instancias`), `src/modules/email-config/` (`MasterEmailConfigController`/`Service` em `/master/email-config`, `TenantEmailConfigController`/`Service` em `/tenant/email-config`, `EmailService` com `nodemailer`) e `src/modules/alert-dispatch/` (`AlertDispatchService`, preparando a Etapa 7). Todos os controllers master usam `@UseGuards(JwtAuthGuard, MasterGuard)` + `PrismaMasterService`, mesmo padrão da Etapa 3; os controllers tenant usam `@UseGuards(JwtAuthGuard, TenantGuard, RolesGuard)` + `@Roles('tenant_admin')`. - `EncryptionService` novo em `src/common/encryption.service.ts` (AES-256-GCM, `node:crypto` nativo, sem dependência extra), registrado em `EncryptionModule` (`@Global()`, mesmo padrão do `PrismaModule`). Formato gravado nas colunas `*_cripto`: `iv:authTag:conteudo` (hex, `:`-separado). A chave de `ENCRYPTION_KEY` (env, nova variável obrigatória, `@MinLength(32)` em `env.validation.ts`, mesmo padrão de `JWT_SECRET`) é reduzida a 32 bytes via SHA-256 antes de virar a chave AES-256 — assim qualquer string longa o suficiente serve, sem exigir um valor hex/base64 de tamanho exato. Mascaramento para exibição (`src/common/mask.util.ts`, `maskSecret`) sempre usa largura fixa de asteriscos + últimos 4 caracteres do valor decifrado — nunca revela o tamanho real do segredo. `api_key_cripto`/ `smtp_senha_cripto` são explicitamente excluídos do objeto de resposta (destructuring) em todo endpoint que retorna essas entidades — conferido em teste e2e (`api_key_cripto`/`smtp_senha_cripto` sempre `undefined` no payload). - **Decisão de arquitetura, para registrar com destaque:** `AlertDispatchService` (e, por baixo dele, `EmailService`) usam `PrismaMasterService` com filtro manual de `tenant_id` em toda query, em vez de `TenantContextService`/RLS — diferente do resto do código tenant desta etapa (`WhatsappService`/`TenantEmailConfigService`, que usam `tenantContext.getTx()` normalmente, já que `tenant_whatsapp_instances`/`tenant_email_config` têm RLS habilitado desde a migration da Etapa 2). Motivo: `AlertDispatchService` é explicitamente "o serviço central de envio, preparando a Etapa 7" — o worker BullMQ da Etapa 7 vai chamá-lo fora de qualquer request HTTP, sem JWT/tenant autenticado e, portanto, sem nenhum contexto de `AsyncLocalStorage` ativo (`TenantContextService.getTx()` lançaria "chamado fora de um contexto de tenant ativo"). Usar `PrismaMasterService` desde já evita ter que reescrever esse service na Etapa 7. Como esse service nunca recebe `tenant_id` de input do usuário final (sempre do JWT via controller, e futuramente do job da fila), o filtro manual é seguro, mas fica registrado aqui porque é a única exceção ao padrão RLS-first do resto do projeto. - **Decisão de wiring do Nest, sem impacto de comportamento:** `EmailService` (o `nodemailer` propriamente dito) vive num módulo próprio, `EmailModule` (`src/modules/email-config/email.module.ts`), separado do `EmailConfigModule` (CRUD). Motivo: `AlertDispatchModule` precisa do `EmailService`, e `EmailConfigModule` precisa do `AlertDispatchService` (endpoint `testar-envio` do tenant) — um único módulo cobrindo as duas coisas criaria um ciclo de imports (`EmailConfigModule` → `AlertDispatchModule` → `EmailConfigModule`). Grafo final, sem ciclos: `EvolutionModule`/`EmailModule` → `AlertDispatchModule` → `WhatsappModule`/`EmailConfigModule`. - **Desvio do prompt original, pequeno e documentado:** `AlertDispatchService.enviarWhatsapp` recebeu um quarto parâmetro opcional, `instanceId?: string` (assinatura do prompt previa só `enviarWhatsapp(tenantId, numero, mensagem)`). Sem `instanceId`, resolve a instância `conectado` mais recente do tenant (comportamento que a Etapa 7 vai usar). Com `instanceId`, envia especificamente por aquela instância — usado por `POST /tenant/whatsapp/instancias/:id/testar-envio`, que por natureza precisa testar uma instância específica (não "uma instância qualquer do tenant"), mantendo ainda assim o pedido do prompt de "usar esse service nos endpoints de testar envio". - `EvolutionApiClient` (`src/modules/evolution/evolution-api.client.ts`) implementado contra a especificação pública REST da Evolution API v2 (`apikey` no header, `/instance/create`, `/instance/connect/:name`, `/instance/connectionState/:name`, `/instance/logout|delete/:name`, `/message/sendText/:name`) — mesma versão (`2.3`) já assumida como default no schema (`evolution_api_config.versao`). **Não há uma instância real da Evolution API disponível neste ambiente de desenvolvimento/CI** (sem internet dedicada a isso nem servidor de referência) para validar contra o serviço de verdade — mitigado escrevendo, no teste e2e, um servidor HTTP real e local (`FakeEvolutionServer`, `node:http` puro, sem dependência nova) que implementa o mesmo contrato e roda na porta efêmera do próprio processo de teste, exercitando o `EvolutionApiClient` real ponta a ponta (não mockado) contra um servidor de verdade. Fica como pendência natural confirmar contra uma instância real da Evolution API antes de operar em produção — mesmo espírito da limitação de rede Docker já registrada na Etapa 1. - `tenant_whatsapp_instances.status` é `String` livre no schema (não enum do Prisma) — validado/mapeado a nível de aplicação em `src/modules/whatsapp/whatsapp-status.util.ts` (`WhatsappInstanceStatus = 'desconectado' | 'conectando' | 'conectado' | 'erro'`, `mapEvolutionState()` traduz o `state` da Evolution — `open`/`connecting`/`close` — pros valores em português pedidos no critério de aceite). - Tenants não têm campo `slug` no schema. Nome de instância (`tenant--`) gerado em `src/modules/whatsapp/instance-name.util.ts` a partir de `nome_fantasia` (ou `razao_social` como fallback), com uma tabela de substituição de acentos comuns em português (não `normalize('NFD')`/regex de marcas diacríticas — evitado por instabilidade de encoding observada ao gravar esse regex específico neste ambiente) + sufixo hex aleatório de 4 bytes. Unicidade é checada antes do insert (até 5 tentativas) e reforçada pela constraint `@unique` do schema como último recurso. - Ao criar uma instância, o tenant não escolhe qual `evolution_api_config` usar (a etapa não previu esse fluxo) — `WhatsappService` seleciona automaticamente a config `ativo=true` mais antiga (`orderBy: criado_em asc`) e grava o vínculo em `evolution_config_id`. Assume-se, na prática, uma única config ativa por vez (mesmo espírito documentado no prompt para `master_email_config`: "geralmente só um registro ativo, mas mantido como tabela"). Fica como ponto a revisitar se o produto precisar de múltiplas Evolution APIs simultâneas roteadas por critério de negócio. - `EmailService.resolverConfig` (usado por `AlertDispatchService.enviarEmail` e, portanto, pelos dois endpoints de `testar-envio`) resolve o SMTP do tenant quando existe `tenant_email_config` com `usar_config_padrao=false` (e todos os campos preenchidos — senão `BadRequestException` explícito); caso contrário, usa o `master_email_config` `ativo=true` mais recente (`orderBy: criado_em desc` — intencionalmente diferente do `asc` da Evolution config, para permitir trocar o SMTP padrão da plataforma sem precisar excluir o registro antigo, só desativando o velho e criando um novo). - `PUT /tenant/email-config` com `usar_config_padrao=false` exige todos os campos de SMTP via `@ValidateIf` declarativo no DTO (`UpdateTenantEmailConfigDto`); com `usar_config_padrao=true`, os campos de SMTP são ignorados pelo service mesmo se enviados (não sobrescreve nem apaga o que já estava salvo) — permite ao tenant alternar entre padrão/próprio sem perder a config própria já cadastrada. `GET /tenant/email-config` some com os campos de SMTP próprio quando `usar_config_padrao=true` (só devolve `{usar_config_padrao:true}`), como pedido no prompt ("ocultar/ignorar os campos"). - Teste e2e novo, `test/integracoes.e2e-spec.ts` (11 testes), cobrindo todos os critérios de aceite: CRUD de `evolution_api_config` com `api_key`/`smtp_senha` nunca em texto puro (conferido tanto na resposta HTTP quanto decifrando o valor cru do banco via `EncryptionService` e comparando com o original), `testar-conexao` contra o `FakeEvolutionServer`, criação de instância WhatsApp + QR code + mudança de status para `conectado`, limite do plano bloqueando a instância excedente, teste de envio de WhatsApp nos dois cenários (sucesso e falha simulada pela Evolution API, sempre HTTP 201 com `{sucesso, erro?}` — nunca lança erro HTTP, como pedido no prompt), remoção de instância, isolamento por RLS entre tenants (acessar instância de outro tenant retorna 404), CRUD de `master_email_config`, tenant usando padrão vs. SMTP próprio (incluindo rejeição 400 sem os campos obrigatórios), teste de e-mail nos dois modos (`nodemailer` mockado via `jest.mock('nodemailer')` — sem SMTP real disponível neste ambiente — verificando que o `from` usado bate com a config resolvida em cada modo) e bloqueio de todos os grupos de endpoint com o token errado (master vs. tenant). Rodado com `docker compose up -d postgres redis` + `prisma migrate deploy` + `jest --config ./test/jest-e2e.json --runInBand` apontando pro Postgres via `localhost` (porta mapeada do compose) — **54/54 testes e2e passando** (os 43 das Etapas 1-3 + os 11 novos). `npm run lint`, `npx tsc --noEmit`, `npm run test` (unit, incluindo novo `src/common/encryption.service.spec.ts`) e `npm run build` também passam sem erros. Build de produção Docker (`docker build --target production`) verificado com sucesso, com smoke test manual confirmando todas as rotas novas mapeadas no boot e `/health` (200) / endpoints protegidos sem token (401) contra a imagem real. - Duas dependências novas: `nodemailer`/`@types/nodemailer` (envio de e-mail) e `axios` (cliente HTTP para a Evolution API) — adicionadas via `npm install`, sem `@nestjs/axios` (o projeto não usa nenhum wrapper de HTTP client até agora; `axios` puro, encapsulado só dentro de `EvolutionApiClient`, seguiu o mesmo espírito minimalista das dependências já escolhidas nas etapas anteriores). - Nada relacionado ao código desta etapa, mas registrado por transparência: o ambiente local usado nesta sessão tinha `node_modules/@types`, `dist/` (dono `root`, resíduo de builds Docker rodados como root em sessão anterior) e um binário nativo de `argon2` compilado para `musl` em `node_modules/argon2/build` (também resíduo de build Docker anterior, teve precedência indevida sobre o prebuild `glibc` correto deste host) bloqueando `npm install`/`tsc`/os testes locais. Corrigido com `chown` (autorizado interativamente pelo usuário) e removendo o `build/` nativo obsoleto — nenhuma mudança de código, só limpeza de artefatos de build. Também diferente da Etapa 1: `docker build` funcionou nesta sessão com a rede bridge padrão, sem precisar de `--network host`. --- ## Etapa 5 — Painel Tenant: Clientes, Produtos e Serviços - [ ] CRUD de customers funcional, com soft delete e busca - [ ] Criar customer além do limite do plano retorna erro claro - [ ] CRUD de contatos aninhado funciona; contato principal único respeitado - [ ] CRUD de produtos/serviços funcional, com soft delete e busca - [ ] SKU duplicado no mesmo tenant retorna erro 409; permitido entre tenants - [ ] Teste confirma que acessar recurso de outro tenant retorna 404 - [ ] Regra de acesso master a dados de tenant definida e documentada **Observações:** --- ## Etapa 6 — Vendas, Parcelas e Dashboards - [ ] Criar venda com itens e parcelas funciona em transação única - [ ] Soma das parcelas validada contra o valor total da venda - [ ] Cancelar venda cancela as parcelas pendentes associadas - [ ] Venda confirmada não editável em itens/valores - [ ] Marcar parcela como paga reflete no dashboard financeiro - [ ] Dashboards semanal/mensal batem com dados de teste - [ ] Endpoint de atualizar atrasadas funciona - [ ] Isolamento por RLS reforçado e testado nesta etapa **Observações:** --- ## Etapa 7 — Motor de Alertas (BullMQ) - [ ] Worker processa as duas filas independente do processo web - [ ] Template do tenant sobrepõe padrão do master; fallback funciona - [ ] Placeholders substituídos corretamente - [ ] Job diário marca faturas/parcelas atrasadas corretamente - [ ] Alerta de mensalidade chega no WhatsApp/e-mail do tenant (teste controlado) - [ ] Alerta de cobrança chega no WhatsApp/e-mail do customer, com config correta do tenant - [ ] Mesmo alerta não disparado duas vezes no mesmo dia - [ ] Falha de envio reprocessada com retry; erro final registrado - [ ] Endpoints de consulta de logs funcionam com filtros **Observações:** --- ## Etapa 8 — Personalização Whitelabel e Ajustes Finais - [ ] Upload/remoção de logo e alteração de cor funcionam - [ ] Endpoint público de tema retorna logo/cor sem autenticação - [ ] CORS, Helmet e rate limiting revisados e ativos - [ ] Nenhum segredo aparece em log ou resposta de API - [ ] Swagger disponível cobrindo todos os módulos, com guards indicados - [ ] Build de produção do Docker sem dependências de desenvolvimento - [ ] Teste E2E do fluxo completo passa do início ao fim - [ ] README final consolidado (dev, deploy, migrations, RLS) **Observações:** --- ## Histórico de decisões e desvios do plano original Use esta seção para registrar qualquer decisão tomada durante a implementação que se desvie do que foi descrito nos prompts originais (ex: mudança de biblioteca, ajuste de schema, corte de escopo combinado com o usuário). Formato sugerido: ``` [DATA] Etapa X — descrição da decisão/desvio e motivo ``` [2026-08-12] Etapa 1 — `@types/supertest` atualizado de `^6.0.2` para `^7.0.3` para casar com a versão de `supertest`/`superagent` de fato instalada pelo npm; sem isso `npm run lint` falhava com erros de tipo em `test/health.e2e-spec.ts`. Nenhum comportamento de runtime muda, só a versão dos `@types`. [2026-08-13] Etapa 2 — Adicionada uma terceira connection string, `DATABASE_URL_TENANT` (role `app_tenant`, sem `BYPASSRLS`), além da `DATABASE_URL_MASTER` já prevista no prompt original. Motivo: a role de `DATABASE_URL` (`seconectai`) é a superuser bootstrap do Postgres (criada pelo `POSTGRES_USER` do docker-compose desde a Etapa 1) — e superusers sempre ignoram Row Level Security, mesmo com as policies criadas na Etapa 1. Sem uma role de aplicação não-superuser dedicada (`app_tenant`), toda query de `tenant_user` continuaria vendo dados de todos os tenants e o isolamento por RLS seria só decorativo. As duas roles (`app_master` e `app_tenant`) são criadas na migration manual `prisma/migrations/20260813120000_auth_app_roles/`, com senhas placeholder de dev documentadas em `.env.example` (mesmo padrão já usado para `POSTGRES_PASSWORD`/`JWT_SECRET` — trocar em produção). [2026-08-13] Etapa 2 — `email` de `tenant_users` é único só por tenant, não globalmente (`UNIQUE(tenant_id, email)` no schema original). Login e forgot-password por e-mail, sem mais contexto (ex: subdomínio/slug do tenant), não têm como resolver com segurança um e-mail que colida entre dois tenants diferentes. Decisão: tratar 0 ou >1 `tenant_users` com o mesmo e-mail como credencial inválida, em vez de arriscar autenticar/ resetar a senha da conta errada. Fica como limitação conhecida — uma etapa futura pode introduzir um identificador de tenant explícito no login (subdomínio, slug) para eliminar essa ambiguidade. [2026-08-13] Etapa 3 — `TenantGuard` passou a checar o status do tenant a cada request (consulta a `tenants` via `PrismaMasterService`), não só no login. O prompt desta etapa já pedia isso explicitamente ("checar status do tenant no login e no TenantGuard"), mas vale registrar: sem essa checagem, suspender/cancelar um tenant não bloqueava de fato quem já tinha um access token válido (até 15 min de janela, com a config padrão). `changeStatus` também revoga os refresh tokens ativos dos usuários do tenant ao suspender/cancelar, como defesa em profundidade extra (não pedida explicitamente, mesmo espírito da revogação de família de tokens da Etapa 2). [2026-08-13] Etapa 3 — `status` retirado do `UpdateTenantDto` (`PUT /master/tenants/:id`), mesmo o prompt original listando `status` entre os campos que esse endpoint atualiza. Toda transição de status passa exclusivamente por `PATCH /master/tenants/:id/status`, o único caminho que grava auditoria (`de`/`para`) e aplica bloqueio de acesso — permitir mudar `status` também via PUT abriria um caminho para contornar essa lógica. [2026-08-13] Etapa 3 — `package.json`: `test:e2e` passou a rodar com `--runInBand`. A partir desta etapa os testes e2e leem estado global do painel master (contagem de tenants por status, MRR, faturas do mês corrente); com mais de um arquivo de teste, o Jest roda os arquivos em paralelo por padrão, o que criaria uma fonte real de flakiness entre `auth.e2e-spec.ts` e `master.e2e-spec.ts`. Rodar em série elimina isso. [2026-08-14] Etapa 4 — `AlertDispatchService` (e o `EmailService`/ `EvolutionApiClient` por baixo dele) usam `PrismaMasterService` com filtro manual de `tenant_id`, não `TenantContextService`/RLS — única exceção ao padrão RLS-first do resto do projeto. Motivo: este service é o "serviço central de envio, preparando a Etapa 7" e vai ser chamado pelo worker BullMQ da Etapa 7 fora de qualquer request HTTP/contexto de tenant autenticado, onde `TenantContextService.getTx()` não tem como funcionar (não há `AsyncLocalStorage` ativo sem uma request em andamento). `tenant_id` nunca vem de input do usuário final nesse service (sempre do JWT via controller, e futuramente do job da fila), então o filtro manual continua seguro. [2026-08-14] Etapa 4 — `AlertDispatchService.enviarWhatsapp` ganhou um quarto parâmetro opcional, `instanceId?: string`, além dos três previstos no prompt (`tenantId, numero, mensagem`). Sem ele, resolve a instância `conectado` mais recente do tenant (uso futuro da Etapa 7); com ele, envia por uma instância específica — necessário para `POST /tenant/whatsapp/instancias/:id/testar-envio`, que testa uma instância específica, não "uma instância qualquer do tenant", mantendo ainda assim o pedido do prompt de reusar esse service nos endpoints de teste de envio. [2026-08-14] Etapa 4 — `ENCRYPTION_KEY` (nova variável de ambiente obrigatória) é reduzida a 32 bytes via SHA-256 antes de virar a chave AES-256-GCM usada pelo `EncryptionService`, em vez de exigir um valor hex/base64 de exatamente 32 bytes. Mesma lógica de validação de `JWT_SECRET` (`@MinLength(32)`, qualquer string forte serve) — evita o usuário ter que gerar/colar uma chave num formato binário específico. [2026-08-14] Etapa 4 — Não há instância real da Evolution API disponível neste ambiente de desenvolvimento/CI. `EvolutionApiClient` foi implementado contra a especificação pública documentada da API v2 e validado ponta a ponta no teste e2e contra um servidor HTTP local que simula esse contrato (`FakeEvolutionServer`, em `test/integracoes.e2e-spec.ts`), não contra o serviço real. Confirmar contra uma instância real antes de operar em produção.