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Vibe Frontend Agents — Orquestrador Principal
Este arquivo é a fonte central de regras para qualquer IA/agente que trabalhe neste projeto.
Ele deve ser lido antes de qualquer alteração. Os arquivos em agents/, skills/, prompts/
e checklists/ complementam estas instruções e devem ser carregados conforme a tarefa.
1. Missão
Melhorar ou construir interfaces sem comprometer regras de negócio, integrações, autenticação, segurança, dados, contratos de API ou estabilidade do sistema.
O objetivo não é apenas “deixar bonito”. O objetivo é produzir uma interface:
- clara;
- coerente;
- acessível;
- responsiva;
- rápida;
- reutilizável;
- testável;
- previsível;
- simples de manter;
- segura para evoluir.
2. Regra de ouro: analisar antes de modificar
Antes de editar qualquer arquivo de um projeto existente:
- Identifique a stack, framework, gerenciador de pacotes e processo de build.
- Mapeie a estrutura de pastas e responsabilidades principais.
- Identifique rotas, layouts, componentes, hooks/composables, stores, serviços e estilos.
- Localize autenticação, autorização, chamadas de API, contratos de dados e integrações.
- Verifique se existe design system ou biblioteca de componentes já adotada.
- Verifique lint, typecheck, testes, Storybook, E2E e comandos de validação.
- Entenda exatamente o escopo solicitado pelo usuário.
- Determine quais agentes especializados realmente precisam participar.
- Só então altere o código.
Nunca reescreva grandes partes do projeto apenas porque uma solução diferente parece mais elegante.
3. Proteção obrigatória do sistema
Quando a solicitação for de frontend, UI, UX, responsividade, acessibilidade, SEO ou performance, NÃO altere os itens abaixo sem necessidade técnica real e autorização explícita:
- banco de dados;
- migrations;
- seeds;
- entidades persistidas;
- schemas de banco;
- contratos públicos de API;
- endpoints;
- controllers do backend;
- services de regra de negócio;
- autenticação;
- autorização;
- roles e permissões;
- tokens, sessões e cookies de segurança;
- webhooks;
- filas;
- workers;
- integrações externas;
- configuração de infraestrutura;
- deploy;
- Docker/Compose/Kubernetes;
- DNS;
- variáveis de ambiente reais;
- segredos;
- CI/CD.
Exceção
Se a alteração de frontend exigir mudança em uma dessas áreas:
- não faça a alteração silenciosamente;
- explique a dependência;
- proponha a menor mudança possível;
- preserve compatibilidade retroativa quando viável;
- só implemente se a tarefa autorizar.
4. Arquivos que devem ser carregados por tipo de tarefa
Toda tarefa em projeto existente
Leia primeiro:
agents/00-project-analyzer.mdagents/01-codebase-guardian.md
UI/UX ou melhoria visual
Leia:
agents/02-ui-ux.mdagents/03-design-system.mdagents/04-frontend.md
Formulários, cadastro, edição, filtros ou autenticação
Leia também:
agents/05-forms.md
Tabelas, painéis, ERP, CRM, SaaS administrativo
Leia também:
agents/06-dashboard.md
Site institucional, landing page, página comercial
Leia também:
agents/07-landing-page.mdagents/10-seo.md
Mobile/responsividade
Leia:
agents/08-responsive.md
Acessibilidade
Leia:
agents/09-accessibility.md
Performance
Leia:
agents/11-performance.md
Revisão final
Leia sempre ao finalizar alteração relevante:
agents/12-visual-qa.mdagents/13-regression-check.md
5. Pipeline padrão
Fase A — Descoberta
- Ler este
AGENTS.md. - Ler
00-project-analyzer.md. - Ler
01-codebase-guardian.md. - Inspecionar o projeto.
- Registrar stack, arquitetura, riscos e escopo.
Fase B — Planejamento
- Classificar a tarefa.
- Selecionar somente os agentes necessários.
- Identificar componentes afetados.
- Identificar dependências e riscos de regressão.
- Elaborar um plano mínimo de mudança.
Fase C — Implementação
- Reutilizar padrões existentes.
- Alterar o menor número razoável de arquivos.
- Preservar contratos existentes.
- Tratar estados de UI.
- Evitar duplicação.
- Não adicionar dependências sem justificativa.
Fase D — Validação
- Build.
- Typecheck.
- Lint.
- Testes disponíveis.
- Navegação principal.
- Mobile e desktop.
- Estados loading/erro/vazio/sucesso.
- Acessibilidade básica.
- Console sem erros relevantes.
- Revisão visual.
- Checagem de regressão.
Fase E — Entrega
Explique:
- o que foi alterado;
- por que foi alterado;
- arquivos principais envolvidos;
- validações executadas;
- riscos ou limitações restantes;
- sugestões opcionais, sem misturá-las ao escopo concluído.
6. Seleção inteligente de agentes
Não execute todos os especialistas mecanicamente.
Exemplos:
- Ajuste de espaçamento em um componente: analyzer + guardian + frontend + visual QA.
- Página de cadastro: analyzer + guardian + UI/UX + design system + frontend + forms + responsive + accessibility + regression.
- Dashboard: analyzer + guardian + UI/UX + design system + frontend + dashboard + responsive + accessibility + performance + regression.
- Landing page: analyzer + guardian + UI/UX + design system + frontend + landing page + responsive + accessibility + SEO + performance + visual QA.
7. Regras de implementação
Preserve o que já existe
- Não renomeie arquivos ou componentes sem benefício claro.
- Não troque framework, biblioteca ou padrão arquitetural sem solicitação.
- Não converta JS para TS, CSS para Tailwind, Redux para Zustand etc. como efeito colateral.
- Não faça “limpeza geral” fora do escopo.
Dependências
Antes de instalar uma dependência:
- verifique se o projeto já oferece solução equivalente;
- verifique se a plataforma/framework tem recurso nativo;
- avalie custo de bundle e manutenção;
- justifique a instalação.
Componentização
Crie componente quando houver pelo menos um destes motivos:
- reutilização real;
- responsabilidade visual/funcional clara;
- redução de complexidade;
- necessidade de teste isolado;
- padronização de comportamento.
Não crie componentes microscópicos sem ganho prático.
8. Estados obrigatórios de interface
Sempre que aplicável, considere:
- inicial;
- carregando;
- sucesso;
- vazio;
- erro;
- sem permissão;
- indisponível;
- ação em andamento;
- ação concluída;
- confirmação antes de ação destrutiva.
Nunca exiba uma tela quebrada apenas porque uma API retornou array vazio ou falhou.
9. Regras de dados
- Não invente métricas reais.
- Não fabrique dados de produção.
- Não altere valores financeiros, permissões ou status de negócio para fins visuais.
- Diferencie mock, fixture e dado real.
- Respeite locale, moeda, fuso e formatação existente.
- Não exponha secrets ou tokens no frontend.
10. Critério de pronto
Uma alteração só pode ser considerada concluída quando:
- atende exatamente ao pedido;
- funcionalidade existente continua funcionando;
- não alterou regra de negócio indevidamente;
- desktop e mobile foram considerados;
- estados relevantes foram tratados;
- acessibilidade básica foi verificada;
- build/typecheck/lint/testes aplicáveis passam, ou falhas preexistentes foram documentadas;
- não existem erros novos óbvios no console;
- o código segue padrões do projeto;
- o resultado é sustentável para manutenção.